Louvores Abençoadores

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Doando si primeiramente ao Senhor

33º Dia de 40 dias de Oração e Jejum – 08/11

"...mas a si mesmos se deram primeiramente ao SENHOR, e depois a nós, pela vontade de Deus" (2ª Cor. 8.5).

A cada dia podemos notar um trabalhar do Espírito convertendo-nos de nossa infidelidade, ignorância e incredulidade para o caminho do Senhor: Cristo. "E os teus ouvidos ouvirão a palavra do que está por detrás de ti, dizendo: Este é o caminho, andai nele, sem vos desviardes nem para a direita nem para a esquerda" (Is. 30.21).

Ouvimos muitas vezes que devemos servir. Servir aos irmãos, servir ao próximo, mas o Senhor nos ensina algo importante nesta tarefa. Primeiramente nos darmos, servirmos ao Senhor, depois aos irmãos e ao próximo pela vontade de Deus. Aquele que primeiramente não se deu ao Senhor servirá por interesse, o fará para a sua própria glória.

A Igreja para com o Senhor tem a mesma posição. Parece que é comum entre nós. Temos a impressão que o Senhor é que nos serve. Sentamos-nos e esperamos que Ele nos sirva em nossos desejos, em nossas necessidades, e ambições. Quando nos reunimos, temos a mesma posição: esperamos do alto uma palavra, uma cura, uma benção. Não é assim que nos ensina o Senhor. O Senhor deseja que primeiramente seja servido pela Sua Igreja, depois nos sentemos para comer: "Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo" (Ap. 3.20). Primeiro Ele vem cear conosco, e depois nós com Ele.

Quando nos reunimos, estamos em torno da mesa do Senhor, mas antes de participarmos dessa mesa, é necessário primeiramente servirmos ao Senhor. O Senhor é o nosso pão, mas nós também –sua Igreja– somos pão para o Senhor. Nos alimentamos dEle, mas Ele também se alimenta de nós: "Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão" (1ª Cor. 10.17).

Em Atos 13.1-2 o Senhor nos ensina pela sua Palavra, que a igreja em Antioquia compreendeu isto claramente. Primeiro serviam ao Senhor: "E na igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores, a saber: Barnabé e Simeão chamado Níger, e Lúcio, cireneu, e Manaém, que fora criado com Herodes o tetrarca, e Saulo. E, servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado".

Em João 12.1-2 também podemos ver bem claramente esta ordem. Na Igreja há os que servem o Senhor, aqueles que se assentam à mesa com Ele, e os que quebram o seu vaso para derramar diante dEle o seu alabastro. Primeiramente ao Senhor, depois a nós pela vontade de Deus. Atentemos diligentemente para esta ordem, pois este é o ensino do Espírito para que Cristo seja glorificado.

Motivos de Oração

Para que você seja um servo que primeiramente se renda ao Senhor;
Para que a igreja local se  renda ao Senhor;
Pela liderança da igreja;
pelos pastores e família;
pelo projeto rota João 3:16

domingo, 6 de novembro de 2016

Santidade: A base para o relacionamento com Deus!

32° DIA de 40 dias de Oração e Jejum – 07/11                  

          Em uma rápida conta, podemos encontrar na Bíblia o termo “santidade” ou algo similar pelo menos 600 vezes. A Bíblia diz em Hebreus, capítulo 12 e verso 14 que devemos seguir a santidade porque, sem ela, ninguém verá a Deus. Mas o que é ser santo? O que é estar em santidade? Não basta falar. Precisamos viver. Lembre-se que a santidade de Deus não é uma qualidade, um atributo. É a essência dEle.

Ser santo é estar separado, afastado, distante do pecado. Como seres humanos, a própria Bíblia admite que é impossível ao homem não pecar. Todos pecaram e, por isso, não somos merecedores da glória de Deus. Ele nos alcançou por sua infinita graça e, por essa razão, a salvação é um dom, vem do Pai. Não serão as nossas obras exclusivamente que nos levarão ao céu. Mas isto não é de forma alguma um estímulo ao pecado.

Ao ler a palavra de Deus podemos distinguir três tipos de santidade.

 A primeira é a santificação posicional. Em Cristo, Deus nos fez santo. Quando confessamos a Jesus como o nosso único e suficiente salvador, somos automaticamente parte do reino de Deus e, por isto, posicionalmente santos. Isto não quer dizer que não pecamos. Se a presidente da República, por exemplo, desviar verbas, ela terá cometido um grave erro, mas continua sendo presidente da República. Assim acontece com os santos do Senhor. Pecamos, mas, posicionalmente, continuamos sendo santos dEle. “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito (Romanos, capítulo 8, versículo 1).

O segundo tipo de santidade é a progressiva. É o nosso dia a dia. A vida sem pecado, longe do que desagrada a Deus. I Coríntios, capítulo 7, versículo 1, diz: “Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus”.  Aperfeiçoar! Devemos seguir mudando aquilo da nossa vida que não agrada a Deus. Sem um estímulo diário a santidade, um dia você deixará de ser, inclusive, santo por adoção de Jesus na cruz. Como nova criatura em Cristo, luz e trevas não coadunam.

A terceira a santificação futura. Seremos santos por completo quando estivermos com o Senhor Jesus, no seu reino. Novos céus e nova terra. Irrepreensivelmente santos. “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos”  (I João, 3: 2).

Em Levítico, capítulo 19, verso 2, Deus fala a Moisés e ordena: “Fala a toda a congregação dos filhos de Israel, e dize-lhes: Sejam santos, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo”. O apóstolo Pedro confirma essa palavra na carta de I Pedro, capítulo 1, versículo 16, que diz: “Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo”. Isaías, capítulo 6, verso 3, afirma: “E clamavam [os querubins] uns aos outros, dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória”. Meus irmãos, o Deus de Israel é Santo e irrepreensível. Só vai morar com Ele quem for santo. Não há dois caminhos com Jesus: Ou é santo ou é santo.

No capítulo 19 do livro do Êxodo lemos quando Deus falou com Moisés e resolveu se revelar ao povo. O Senhor fez um concerto com Israel. Ele foi claro e categórico: Se vocês fizerem a minha vontade, serão sempre protegidos, serão meu povo peculiar, porque toda a terra é minha. Depois, Ele instruiu Moisés. Para que o povo pudesse ver a glória de Deus, que seria revelada por meio de uma espessa nuvem, eles teriam que se santificar durante três dias. Neste terceiro dia o Senhor se revelaria. Para que o Santo dos Santos se revele a nós, temos que ser santos. Você quer ser ouvido por Deus? Então o ouça antes, faça a vontade dEle. Seja santo.

Antes do povo de Israel atravessar o Rio Jordão, Josué falou com eles. Moisés já não era líder, estava morto. Josué liderava Israel em sua peregrinação. No capítulo 3 e versículo 5 do livro de Josué, o líder instrui o povo e ordena: “Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós”. Deus faria um milagre: Abrir o rio para o povo atravessá-lo, a pé enxuto, a exemplo do que Ele já havia feito no Mar Vermelho. Mas existia uma condição: A santidade.

Para quem recebeu a Cristo (2 Coríntios 6.16.18), a santidade deve ser o propósito almejado e a constante necessidade de aperfeiçoamento, o foco constante da vida ( 2 Coríntios 7.1).

Você quer ver as maravilhas do Senhor? Santifique-se. Deus não resiste a oração de um justo.

Motivos de oração:
Por sua vida, para que o Espirito Santo te ajude a ser e viver a santidade;
Pela santidade na vida da igreja;
Pelo Brasil, em relação à política e economia;
Pela liderança da igreja local.
Pelo Projeto Rota João 3:16

sábado, 5 de novembro de 2016

RECONHECENDO E CONFESSANDO OS PECADOS

31° DIA de 40 dias de Oração e Jejum – 06/11

“Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3:23)

Nosso país vivencia uma crise em vários aspectos: social, econômico, político e moral.

A população está indignada com o aumento do desemprego, da corrupção, da violência; e ainda com a falta de soluções rápidas por parte das autoridades às necessidades mais essenciais.

O povo acusa o governo de ser corrupto. Na prática, o problema não são apenas os políticos, mas sim uma crise moral em cada ser humano.

Percebo que não raramente, burlamos pequenas leis. Quantas vezes não vêmos as pessoas cometendo “pequenos delitos”, como se tais fossem normais?

Um dia desses no supermercado, com o carrinho de compras, fomos para a fila do caixa, mas ao percebê-la com muita gente, procuramos então uma menor. Esperávamos a nossa vez quando, de repente, um homem chegou, fingiu ver um produto e de forma sorrateira entrou na fila, como se já estivesse ali.

Alguns reclamaram, no entanto nada adiantou. Aquele senhor estava com a consciência afetada e não se preocupou com a honestidade, mesmo sendo observado por outras pessoas.

Em outra ocasião chegarmos ao caixa, a atendente me devolveu, por enganos, a quantia de vinte reais a mais do valor devido.

Ao perceber o erro, retornei logo o dinheiro, eu poderia ir embora sem que ninguém soubesse, porém, minha consciência me acusaria diante de Deus.

Podemos citar ainda exemplos do trânsito. Motoristas desrespeitam a sinalização e os limites de velocidade; dirigem embriagados, sem se importarem com a segurança do próximo...

         “Confessei-te o meu pecado, reconhecendo minha iniquidade, e não encobri as minhas culpas. Então declarei: Confessarei minhas transgressões para o SENHOR, e tu perdoaste a culpa dos meus pecados. Dessa maneira, todos os que têm fé orem a ti, enquanto podes ser encontrado; quando as muitas águas se levantarem, elas não os alcançarão.” Salmo 32:5,6

 Há necessidade de reconhecermos e confessarmos os nossos pecados para sermos perdoados. Confessar significa colocar às claras, dar testemunho, reconhecer as nossas faltas.

O início do processo da confissão dos pecados está no reconhecimento de nossas falhas. Infelizmente, é difícil para nós reconhecer os nossos pecados. Damos muitas desculpas. Outras vezes, ficamos com vergonha, temos medo de assumir e contar nossas falhas.

Muitas vezes, ficamos "calejados" por causa da repetição de alguns erros que cometemos e temos dificuldades de reconhecê-los. Por causa disso, não conseguimos declarar nossos pecados diante do Senhor.

A matéria-prima para o perdão dos nossos pecados é o reconhecimento e a confissão. Deus quer nos perdoar, mas falta o nosso reconhecimento para que o perdão aconteça. Ele é amor, é misericórdia. Quando o Senhor nos perdoa, Sua graça faz com que o nosso pecado seja eliminado.

Jesus é a misericórdia do Pai personificado. Quando reconhecermos nossos erros e nos arrependermos deles, a misericórdia do Pai nos perdoará.

O exercício de confessar-se, quantas vezes for necessário, faz com que Deus elimine a nossa iniquidade.

“Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar todos os pecados e nos purificar de qualquer injustiça. Se afirmarmos que não temos cometido pecado, nós o fazemos mentiroso, e sua Palavra não está em nós.” I João 1:9,10


Pr. Filipe A. Espindola Presidente da ORMIBAN/RS e também da ORMIBAN Nacional no Brasil, com acressimos de Pr. Alberto José dos Santos - Igreja Batista Nacional Manancial

Motivos de oração:

Pelo Brasil, por arrependimento nacional;
Por uma transformação ética na política e na sociedade;
Por arrependimento pessoal, confissão e abandono do pecado;
Pelo Projeto Rota João 3:16
Por uma igreja local quebrantada.


sexta-feira, 4 de novembro de 2016

SANTIFICADOS PELA PALAVRA

30° DIA de 40 dias de Oração e Jejum - 05/11

“Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade” (João 17.17)

Ser santo é separar-se do pecado e consagrar-se a Deus; é estar perto do Pai, ter a semelhança dele; é; acima de todas as coisas, de todo o coração, buscar sua presença, justiça e comunhão.

A santidade é a prioridade de Deus para os seus servos. Agradá-lo, então, significa cumprir a sua vontade.

O propósito dura a vida inteira e necessita de exercício diário para ser desenvolvido como está escrito: Sede santos porque eu sou Santo (1Pedro 1.16).

Sendo a santidade um atributo de Deus, devemos nos esforçar para melhorar dia-a-dia, em temor e obediência à sua Palavra.

A essência da consagração em nossas vidas inicia-se no próprio Deus, por meio de Jesus Cristo, um processo contínuo de crescimento em direção à santidade e para isso temos sua Palavra, nosso agente purificador.

Uma vez convertidos, experimentamos Cristo como salvador, contudo, Deus ainda não concluiu a obra em nós, haja vista, ainda estarmos sujeitos ao pecado.

Entretanto, a Bíblia nos garante que “se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo o Justo” (1 João 2.1).

Deus quer que sejamos ainda semelhantes a Ele.

A santidade é uma obra do Espirito Santo e, por meio de sua direção, adquirimos a condição que nos é lembrada nas escrituras. “Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade” (João 17.17).

Com a finalidade de nos auxiliar a crescer, o Pai celestial oferece as ferramentas:

- O manual (a Bíblia)

- O guia (o Espirito Santo)

- E os companheiros (as Igrejas).

Pr. Felício Lopes de Magalhães - Igreja Batista Shalom Adonai – Belo horizonte/ MG

Motivos de oração:
Para que Deus aperfeiçoe a obra em Nós;
Pela Convenção Batista Nacional nos Estados;
Pelas igrejas locais e seus líderes;
Por missões;
Pelo projeto Rota: João 3:16

PROSSEGUINDO PARA O ALVO

29° DIA de 40 dias de Oração e Jejum -04/11

“Prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em cristo Jesus” (Filipenses 3.14)

O caminho do Senhor nunca foi fácil. Ao ler a história dos heróis da fé nos deparamos com pessoas que sofreram terríveis perseguições, torturas, maus tratos e mortes.

Homens que andaram no caminho da santidade, firmados na promessa feita por Deus. Não perderam a fé, nem a esperança, pois tinham um alvo.

Paulo ao reconhecer a soberana vocação de Jesus e a incapacidade humana, ajuda-nos a entender que a perfeição está em Cristo, nosso sumo sacerdote no qual somos aperfeiçoados.

O apóstolo nos traz a lembrança da Cruz do Calvário, pela qual o Pai nos redimiu, adquirindo-nos: “portanto, agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus” (Romanos 8.1).

Prosseguir para o alvo significa esquecer o passado.
Entendo ser a referência de Paulo ao velho homem, à natureza pecaminosa e à tentativa vã de cumprir a Lei.

Cristo levou sobre si toda maldição. Temos um objetivo a alcançar e para isso, precisamos nos santificar todos os dias.

Na vida cristã, o devocional diário capacitará o discípulo à maturidade para andar conforme o que já conquistou segundo a proposta do autor da carta aos Filipenses 3:14.

O salmista escreve: “A intimidade do Senhor é para os que o buscam...” (Salmos 25.14).

O apóstolo Paulo nos aconselha a não medir os esforços em direção ao prêmio.

Isso significa sacrifício de jejum e oração, com a finalidade de alcançar a santidade, pois Deus nos convoca para sermos santos tal como Ele é.

Continuemos firmes neste propósito até o fim.

Pr. Wasny S. Andrade - Secretário executivo da LERBAN

Motivos de oração:
Pela intimidade com o Senhor;
Para suportar as tribulações e perseguições;
Por missões no interior do Brasil;
Pela igreja local;
Pelo projeto Rota João 3:16

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Graça Santificadora

28ª Dia de 40 dias de Oração e Jejum -03/11

               “Porque a graça salvadora de Deus se há manifestado a todos os homens, Ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste   presente século sóbria, e justa, e piamente, Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo; O qual se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniquidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras.” Tito 2:11-14

Deus, por intermédio do Espírito Santo, providenciou dons espirituais sobrenaturais com o objetivo de equipar e capacitar cada crente em Cristo para o seu ministério [i.e., serviço] na igreja local.
Naquele momento em que a pessoa, pela fé, recebe a Cristo, ele (ou ela) é santificado pela graça de Deus. A palavra santificação significa “tornar santo” ou “separar para Deus” com propósito ou uso sagrado. A Bíblia menciona pessoas, lugares, dias e objetos inanimados consagrados (i.e., separados) a Deus. No que se refere a um indivíduo, a santificação pode ser definida como a obra da livre graça de Deus através do Espírito Santo, na qual Ele separa o crente para ser amoldado ou conforme à imagem de Cristo.

As Escrituras se referem a três estágios de santificação pela graça de Deus.

O primeiro deles é o da santificação posicional que diz respeito à posição santa do crente perante Deus, fundamentada na redenção que Cristo efetuou a seu favor.
O segundo estágio é o da santificação progressiva, na qual o crente em Cristo se encontra no processo de ser santificado através da Palavra de Deus (Jo 17.17). Os crentes são exortados a crescer “na graça” (2 Pe 3.18); na busca desse crescimento, tornam-se recipientes do favor imerecido que procede do Senhor. O crescimento na graça não é obtido por meios naturais, mas se dá através do estudo da Palavra de Deus (2 Pe 1.2-3,5-6,8). À medida que um crente em Jesus cresce na graça, o fruto do Espírito se torna manifesto através da vida dele ou dela (Gl 5.22-23), levando a pessoa a uma conformidade com a imagem e semelhança de Cristo (Rm 8.29).
O terceiro estágio é o da santificação completa ou perfeita, que os crentes conhecerão por experiência quando receberem seus corpos glorificados e se completar a sua redenção (Rm 8.30; Ef 5.27). Esse acontecimento se concretizará na ocasião do Arrebatamento da Igreja (1 Co 15.51-52; 1 Ts 4.16-17).

E por fim, a graça de Deus é presente e ativa por meio do Espírito Santo. É a graça que nos aperfeiçoa e nos santifica em nossa trajetória de fé e vida cristã, tanto pessoal como comunitária. Pela santificação de nosso ser interior vem a transformação diária de nosso caráter em Jesus Cristo.

Assim transformado, testemunha ao mundo o que a graça é capaz de fazer com o ser humano, quando se entrega nas mãos do Senhor da vida. Quando o povo de Deus se santifica o nome Dele é santificado, consequentemente, os valores do reino se manifestam sobremodo relevantes na sociedade, e, com isto as boas novas são anunciadas a todos, indistintamente. Sede santos, como eu sou Santo diz o Senhor! Santificamo-nos quando buscamos intimidade com Deus, por meio dos atos de piedade, como a participação na Ceia do Senhor, leitura devocional da Bíblia, prática da oração, do jejum e participação nos cultos.

Demonstramos ao mundo que temos Deus e Dele somos se amarmos os nossos semelhantes como Ele os amou. Nossa santidade não é uma santidade alienada, mas se revela em nossos atos de misericórdia, sob a forma de solidariedade ativa junto aos pobres, necessitados e marginalizados sociais, enfim, para com todas as pessoas.

Conclusão
Você tem experimentado, pessoalmente, a graça de Deus em sua vida? Saiba que você é alvo desta graça e somente você, mais ninguém, pode tirar, ou mesmo anular, o poder desta graça maravilhosa. Portanto, sinta-se cheio desta graça e seja transformado pela presença do Deus altíssimo.

Pr. Alberto José dos Santos – Pr. Igreja Batista Manancial - CBNMG


Motivos de Oração
- Para que você compreenda a ação da graça de Deus em sua vida;
- Para que a graça de Deus haja na vida da igreja em todas as áreas;
- Pela salvação de vidas em nossa região;
- Por missões;

- Pelo Projeto Rota João 3:16.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

SANTIDADE E PERFEIÇÃO


27° DIA de 40 dias de Oração e Jejum  - 02/11


“À igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para ser santos [...]” (1 Cor. 1.2)




O apóstolo Paulo se dirigiu à igreja de Corinto chamando-os de santos. 
Contudo, dentre todas as comunidades aonde Paulo andou, aquela era, provavelmente, umas das mais imperfeitas, pois ali tinham problemas de todas as ordens.

Para dimensionar a gravidade da situação, podemos elencar algumas questões.

Havia, portanto, divisões, contendas e partidarismo entre os irmãos; impureza sexual e sensualidade; litígio; confusão na celebração da ceia do Senhor e até mesmo acerca dos dons espirituais; dentre outras semelhantemente deletérias.

Ao se dirigir àquela igreja infiel, o apóstolo lembrou-os de que foram santificados e chamados a um propósito. Apresentou-lhes dois sentidos para tanto.

O primeiro se referia ao fato de pertencerem a Cristo: Tornamo-nos santos, a partir do momento de regeneração, no início da vida cristã, quando aceitamos o senhorio de Jesus. Portanto, passamos a ser propriedade exclusiva de Deus.

A segunda acepção para o termo santificação, conforme aplicação do apóstolo é o de atributo moral e espiritual. Sendo o significado mais conhecido pelos cristãos de um modo geral.

Essa diz respeito ao processo de rompimento com os rudimentos do mundo e a consagração a Deus.

Os cristãos devem viver necessariamente uma vida de pureza e abnegação.

Embora a perfeição nessa vida seja algo inatingível, por enquanto, não estamos eximidos de buscá-la. Então, devemos tê-la sempre como padrão de santidade.

Sendo assim, devemos reconhecer que pertencemos a Cristo, por isso somos separados e precisamos desenvolver também uma vida plena de frutos virtuosos em santificação.

Afinal, o Apostolo Paulo diz assim: “Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.”(Filipenses 3:13-14).

Pr. Leônidas Ramos Ghelli - Presidente da CBN-DF

Motivos de oração:
Para que Deus traga arrependimento aos indiferentes à santificação;
Pelos irmãos que estão comprometidas com a campanha dos 40 dias de oração e jejum;
Pelo projeto: Rota João 3:16