Louvores Abençoadores

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Estimulando o perdão entre cristãos



“Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou”. Ef. 4:32




Malícia, fofocas, mentiras, objetos quebrados, promessas quebradas, corações partidos, crueldade, parcialidade, negligência, egoísmo... Mesmo na igreja, frequentemente pecamos uns contra os outros enquanto vivemos e adoramos juntos. Além disso, nem sempre somos realmente amados pelos outros. Cada um de nós já foi ferido, por vezes gravemente.

Por isso, em meio aos mandamentos para acolher, servir, encorajar e amar uns aos outros, nós recebemos um mandamento para quando nossos irmãos e irmãs cristãos falham conosco nessas mesmas coisas. Nossas responsabilidades mútuas na igreja não cessam se os outros quebram as regras. Em Efésios 4.32, o apóstolo Paulo orienta os cristãos ofendidos por pecados: “Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou”.

Pense em si mesmo

Normalmente, minha primeira reação quando alguém peca contra mim é pensar em mim mesmo. Minha queixa, meus direitos, minha perda e meu sofrimento consomem minha mente. Como a Srta. Havisham, de Charles Dickens, eu coleciono e valorizo cada velho sinal de como fui injustiçado.

Pode ser surpreendente, então, que o Senhor nos mande responder aos erros em primeiro lugar pensando em nós mesmos. Mas o “como também Deus, em Cristo, vos perdoou” de Paulo não é um incentivo à autopiedade. Um olhar atento no espelho de Deus revela não a extensão dos meus ferimentos, mas a medida em que tenho ferido (Isaías 53.5); não as maneiras que eu tenho sido ofendido, mas a longa lista de minhas próprias ofensas (Romanos 4.25); não meus sentimentos de rejeição, mas como eu já rejeitei a Deus (Isaías 53.3).
Muitos comentadores prestativamente conectam Efésios 4.32 à parábola de Jesus do servo incompassivo (Mateus 18.21-35). O servo é um personagem bíblico familiar. Tendo sua enorme dívida perdoada, ele imediatamente exige o reembolso de uma dívida muito menor de um outro servo. Qual era o problema do servo impiedoso? Ele esqueceu de si mesmo e do tamanho de sua própria dívida.

Pense em seu salvador

Minha segunda resposta quando alguém peca contra mim é limitar cuidadosamente os termos de perdão. Quero brechas e exceções. Eu posso perdoar essa pessoa um pouco se for preciso, se ela primeiro fizer as coisas certas. Como Pedro, eu quero manter o perdão em doses pequenas e mesquinhas: “sete vezes, Senhor” (Mateus 18.21)?

Este mandamento mais uma vez reorienta nosso pensamento quando nos dirige a meditar sobre o nosso Salvador: “como Deus, em Cristo, vos perdoou”. O perdão do nosso Deus em Cristo é incrivelmente grande. A Bíblia nos diz que é em favor de muitas pessoas (Mateus 26.28), perdoa todos os tipos de iniquidades (Salmo 103.3; Colossenses 2.13-14) e lança o pecado infinitamente longe do pecador (Salmo 103.12). O perdão de Deus é completo e irrevogável (Hebreus 10.17-18). É setenta vezes sete. Você, que foi perdoado, deve ir e fazer o mesmo, diz Paulo.

Pense em seu irmão

Jesus, porém, não é apenas um exemplo de perdão. Ele é a fonte de nosso perdão. Essa é uma boa notícia, pois, tendo sido chamado para perdoar, eu quero sentar e protestar: “Eu não consigo”!

Mais cedo, em Efésios, Paulo nos lembra de como Cristo reconcilia as pessoas afastadas: “tendo derribado a parede de separação que estava no meio, a inimizade” (2.14). Por sua obediência, morte e ressurreição, ele nos reconciliou consigo mesmo e também nos reconciliou com todas as outras pessoas que são reconciliadas com ele. Embora os cristãos sejam chamados a estar prontos a perdoar mesmo não-cristãos, “perdoando-vos uns aos outros” (Efésios 4.32) tem um significado especial para a igreja. Nossos irmãos e irmãs são ramos de uma mesma árvore (João 15.1-17), pedras do mesmo edifício (Efésios 2.18-22), e partes de um mesmo corpo (4.15-16). Podemos viver em paz uns com os outros, porque “ele é a nossa paz” (2.14).

A obra de Cristo muda tudo. Quando o pecado do meu irmão é pregado ao lado do meu na cruz, o perdão se torna não apenas uma questão de cancelar sua dívida em um livro-caixa, zerando as colunas, mas de contribuir positivamente para o seu bem-estar. “Sede uns para com os outros benignos, compassivos”, escreve Paulo (4.32). Em Cristo, eu abraço meu irmão, pecador porém arrependido, como alguém por quem Cristo também morreu. Em Cristo, vou ternamente ao encontro das necessidades de meu irmão (Romanos 12.13), gentilmente tenho em vista seus interesses (Filipenses 2.4), humildemente considero-o mais importante do que a mim mesmo (Filipenses 2.3) e procuro ativamente o seu bem (Gálatas 6.10).

Irmãos e irmãs, perdoem uns aos outros.

Tradução: João Paulo Aragão da Guia Oliveira
Revisão: Yago Martins

Original: Forgive One Another




Ore ao Senhor para que Ele te dê um coração pronto, compreensivo e compassivo. decida perdoar, não acumule magoas, ressentimentos e tristezas, você não é museu. Deus tem uma vida nova, abundante e feliz para você viver!

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Por uma igreja santa e proclamadora


40º dia de Oração e Jejum – 15/11 Último dia!


 Aleluia, Gloria a Deus. Chegamos ao 40º e último dia de oração e jejum dessa campanha. 

Parabéns irmãos amados...”até aqui nos ajudou o Senhor I Sam. 7:12 - e creio que continuará a nos sustentar a cada instante.



Meus motivos de oração:

Oro para que Deus alcance o coração de cada Brasileiro, e para isso convido os irmãos a sairmos das quatro paredes do nosso conforto e irmos aos perdidos.
Oro para que cada crente e igreja seja santa de verdade e não nominal e legalista. É tempo de escolhas e a escolha certa é a vontade de Deus, por mais absurda que nos pareça. Como disse John Owen: “A causa maior do esfriamento espiritual, são os pecados acariciados no SÓTÃO do CORACÃO....” Precisamos entender nosso chamado à santidade.

Uma santidade real e agradável:

Confissão diária, abnegação, coração rendido a Deus, proclamação.  O culto verdadeiro, no salmo 51: “Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; (…) um coração quebrantado e contrito” (Salmos 51:17). As palavras de Davi mostram que, até na época do Velho Testamento, o povo do Senhor compreendia que todos precisavam oferecer o coração a Deus; apenas os sacrifícios queimados não eram suficientes.

O nosso chamado a ser santos também é um chamado aos perdidos, santos que são pés, mãos e boca de Deus para ir estender as mãos e proclamar o evangelho que salva, liberta, restaura e transforma.

Chamados para o meio de uma sociedade...

“Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo; Retendo a palavra da vida, para que no dia de Cristo possa gloriar-me de não ter corrido nem trabalhado em vão.”  Filipenses 2:15,16

“Santidade não é se isolar do mundo. Santidade é estar em um mundo sujo e não se contaminar."  - Devemos ser santos, puros, limpos. Não precisamos nos isolar de tudo e todos para não pecar ou não nos contaminar, precisamos ser sal na Terra, sermos luz. Precisamos estar entre as pessoas para podermos resgatar os perdidos e alcançar o maior número de almas para Cristo, levar a sua palavra, a sua luz, a sua santidade.

Santidade que se isola é egoísmo, não tem amor ao próximo. O senhor nos tirou do meio do pecado. “Chamados para fora” e ao mesmo tempo nos enviou “Ide” para as pessoas. Foi para as pessoas que fomos enviados. Aos perdidos, mortos em seus delitos e pecados, sem esperança, desacreditados, rejeitados, doentes e encarcerados assim como nós fomos um dia.

A santidade é necessária para mantermos comunhão todo o tempo com Deus e sua palavra afim de que nossa pregação seja eficaz. Santificai vos hoje, amanhã o Senhor fara maravilhas no meio de voz. Josué 3:5.

Hoje para nós da Igreja Batista Manancial é uma data importantíssima, completamos 16 anos. Muitas coisas aconteceram, algumas ruins, mas muitas, muitas mesmo extraordinárias. Foram gerados Pastores, ministros, servos para o Senhor, famílias, casamentos e vidas restauradas, um grande número de salvos tem sido acrescentado. Cremos que o Senhor tem mais, muito mais para mim e para cada irmão e irmã.

  Portanto, meus amados irmãos, permanecei firmes e que absolutamente nada vos abale. Dedicai-vos, dia após dia, à obra do Senhor, plenamente conscientes de que no Senhor, todo o vosso trabalho jamais será improdutivo. Oferta para o povo de Deus. I Coríntios 15:58

Alberto José dos Santos é pastor a 18 anos na Igreja Batista Manancial, casado com Ana Santos e pai de três filhos.

@manancialpampulha / albertomanancial@gmail.com  

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

A PACIÊNCIA, O CAMINHO DA SANTIDADE

39° e PENÚLTIMO DIA de 40 dias de Oração e Jejum – 14/11

“Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes” (Atos 6.15)

Tiago começa a carta convocando os irmãos a serem perseverantes quanto às provocações (1.2-4) e termina exortando-os a se conservarem pacientes, até a vinda do Senhor Jesus Cristo (5.7-8).
Ele expressa essa ideia destacando três exemplos: o lavrador, o profeta e Jó.

No entanto, o lavrador não tem controle nenhum sobre as condições necessárias ao desenvolvimento da planta.

Não há um crescimento da noite para o dia. Na parábola, o solo simboliza o coração do homem (Marcos 4.26-29) e a semente é a Palavra do senhor.

Muitas vezes nos tornamos secos e cheios de espinhos. Portanto, no tempo certo, Deus manda a chuva e alimenta a semente plantada.

Então cabe a nós ter paciência e esperar a colheita.

Os profetas foram homens que andaram, ouviram e falaram com deus, embora tenham passado por grandes aflições.

Trilharam o caminho estreito das provas e foram pacientes. Assim também haveremos de enfrentar o sofrimento, sem colocar em duvida o amor a Deus.

Se acolhermos o caminho da santidade, devemos preparar-nos para enfrentar as agruras da vida.

Jó era um homem piedoso, justo, próspero, sacerdote da família, porem suportou o sofrimento na carne.

Nesse aspecto, Tiago nos encoraja a sermos perseverantes em tempos de provas.

Conforme o agricultor, devemos esperar por uma colheita espiritual.

Como profetas, procurar oportunidades, em uma geração perversa, para testemunhar.

Também igual à Jó, esperar pelo conclusivo propósito de amor do Senhor.

Que possamos caminhar olhando sempre para Jesus Cristo, o autor e consumidor da nossa fé.
Pr. Wasny S Andrade - Secretário Executivo da LERBAN

Motivos de oração:
Para sermos perseverantes e pacientes;
Para que testemunhemos do amor de Deus;
Por sua Casa e família;
Pelos pastores e lideres da igreja;

domingo, 13 de novembro de 2016

SANTIDADE, UM ATO DE OBEDIÊNCIA

38° DIA de 40 dias de Oração e Jejum – 13/11


“[...] tornai-vos santos também vós mesmos em todo vosso procedimento” (1 Pedro 1.15)



Uma vida em consagração exige intimidade e convivência diária com o Pai celeste.

Em 1 Pedro 1. 15b somos chamados a trazer a santidade para todo o nosso proceder. Isso significa portar-se conforme as escrituras nos ensinam.

Não adianta deixar Deus cuidar apenas de uma parte de nossa existência ou somente de algo que julgamos ser mais fácil.

Consagrar-se implica em obediência e entrega plena ao Senhor, confiando-lhe nossas vontades, e, por mais difícil que nos pareça, todas as áreas da nossa vida.

Santidade é uma questão de escolha. Em nada tem a ver com facilidade ou dificuldade, mas sim, com atitude consciente de abandonar o pecado e tudo o que causa separação entre o criador e a criatura, ou o impeça de ouvir-lhe.

Conforme lemos em Isaias 59.2: “mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e vosso Deus; e os vossos pecados esconderam o seu rosto de vós, de modo que não vos ouça. ”

Logo, obedecer sempre à Palavra significa ouvir e praticar os ensinamentos do Senhor.

Para tanto, faz-se necessário renunciar as atitudes outrora consideradas comuns, em prol agora de objetivo maior - a santidade.

No caminho de quem nasceu de novo, o pecado deve ser considerado um acidente e não uma pratica constante.

Ao propormos andar em santidade, obedecendo à voz de Deus e seus preceitos, experimentamos intimidade profunda com o Senhor, capaz de gerar em nós, consoante, o Espirito Santo, a transformação genuína em nossas vidas.

Dinéia Fontoura Gonçalves - Coordenadora Pedagógica SEBEMGE/MG

Motivos de oração:

Por intimidade com Deus;
Por fortalecimento em Deus, nos momentos difíceis;
Por harmonia no seio na igreja local e na família.

sábado, 12 de novembro de 2016

NOS OFEREÇAMOS A DEUS

37° DIA de 40 dias de Oração e Jejum – 12/11

“Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício [...]” (Romanos 12.1-2)

O que faz o apóstolo rogar pela compaixão divina? Nos onze capítulos anteriores, Paulo faz referencia às misericórdias de Deus sobre os gentios e os judeus, expressando, com clareza, que a maior motivação para uma vida de santidade é poder contemplá-las.

Considerando o estilo de vida atual, também somos alertados sobre a necessidade de nos consagrarmos a Deus.

Quando refletimos a respeito das motivações do apelo em questão, entendemos que a natureza da mensagem Paulina é a renovação dos nossos corpos e mentes, consoante ao ato vivificador de Jesus.

Razão do apóstolo retratar, no texto, a figura do sacerdote que apresenta o próprio corpo como sacrifício vivo, o qual é descrito como sendo santo, perfeito e de aroma agradável a Deus.

Tal oferta é segundo Paulo, _logikos,_ um culto razoável, racional, conforme a essência de Deus e do homem.

O fato de nos oferecermos em sacrifício a deus é a única coisa sensata, logica e apropriada para Paulo.

A oferta consiste em expressar atos concretos de adoração. Sacrifício exige renuncia.

Antes Paulo chamou a atenção em relação ao sacrifício físico, agora a preocupação é quanto ao conformismo: “não amoldar”, “não conformar”.

A vista disso, ele trata da transformação do homem conforme a vontade de Deus.

Então o apóstolo lança aos romanos o desafio de não se acomodarem frente à cultura predominante, para que sejam transformados.

A metamorfose Bíblica diz respeito a uma mudança fundamental de caráter e conduta divergente dos padrões mundanos, que jamais se conciliarão; e nos assemelha à imagem de Cristo.

Pr. Jofre Macnelli Aragão Costa - Igreja Batista Nacional de Vila Maria/SP

Motivos de oração:

Para que as misericórdias de Deus sejam derramadas sobre a Igreja;
Para que a Igreja seja resistente não se acomode ao mundo;
Para que todo servo de Deus possa oferecer-se como sacrifício vivo, santo e agradável.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

UM PADRÃO DE SANTIDADE

36° DIA de 40 dias de Oração e Jejum – 11/11

“Mantém o padrão das sãs palavras que de mim ouviste com fé e com amor que está em Cristo Jesus. Guarda o bom depósito, mediante o Espírito Santo que habita em nós!” (2 Timóteo 1.13-14)

Nos últimos dias de vida, Paulo prevendo dificuldade e desafios vindouros à carreira de Timóteo, seu discípulo, escreveu algumas palavras de estimulo com o intuito de instrui-lo, a encoraja-lo à firmeza ministerial.

Nos versos 13 e 14 da II carta endereçada ao jovem obreiro, encontram-se duas advertências interessantes.

A primeira, diz respeito a manter o padrão das sãs palavras.

Nos dias atuais, pode-se perceber, de maneira lamentável, uma deturpação ou mesmo violação da Palavra de Deus, haja vista muitos seguirem o modelo mundano instituído, com preceitos religiosos egoístas que não fundamentam as vidas na santidade, pois dizem respeito a desejos e aspirações sem renuncias.

Paulo, contudo, adverte a Timóteo que se mantenha firme pela Palavra de Deus, renunciando as coisas mundanas.

A segunda advertência tem a ver com o deposito.

Conforme descrito, tratava-se de algo precioso que devemos abrigar mediante o Espirito Santo.

O salmista proferiu: “guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti” (salmos 119.11).

Ter reservas é sempre bom, inclusive em determinadas situações. Às vezes passamos por momentos difíceis, quando, então aprendemos a importância de ter algo depositado.

Guarde, como um tesouro, a Palavra de Deus em seu coração.

A vista de tudo isso, devemos ser abastecidos pela santificação e pela graça de Cristo.

Quanto mais alinhados com os propósitos de Deus mais nossa reserva é acrescida, de maneira que, em tempos difíceis, consigamos permanecer firmes, além de poder fortalecer a outros irmãos.

Pra. Glízia Kened Ghelli - Igreja Batista Nacional em Planaltina/DF

Motivos de oração:
Para que a Igreja mantenha o padrão das sãs escrituras;
Para que o crente busque acrescer o depósito da alma com a santificação;
Pelo fortalecimento e renovação do culto doméstico.
Pelo projeto Rota João 3:16

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

SENTIMENTOS E AFETOS DO CORAÇÃO

35° DIA de 40 dias de Oração e Jejum – 10/11      

 “Agora, pois, ó Israel, que é que o SENHOR requer de ti? Não é que temas o SENHOR, teu Deus, e andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração e de toda a tua alma” (Deuteronômio 10.12)

Jonathan Edwards em seus escritos _Religious Affections_ pontuou a importância dos sentimentos na vida espiritual.

As emoções que brotam do coração revelam se realmente se amamos a Deus, sua palavra, o seu reino e tudo mais relacionado com a vontade divina.

Se nossa fonte estiver contaminada, como apresentaremos a Deus sentimentos santificados e agradáveis?

A Bíblia relata ser o coração, extremamente traidor e corrupto: enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá? (Jeremias 17.9)

Jesus disse que os maus intentos surgem do coração: “Mas o que sai da boca vem do coração, e é isso que contamina o homem. Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias. São estas coisas que contaminam o homem; mas o comer sem lavar as mãos não o contamina” (Mateus 15.19-20).

Se quisermos viver de modo a gradar a Deus precisamos começar pela transformação interior.

Avaliar profundamente os sentimentos que têm percorrido nosso coração, em especial os que dizem respeito a Deus.

Segundo Jonathan Edwards, as emoções determinarão as nossas ações.

A forma como reagimos a Deus e sua Palavra está diretamente ligada às afeições e aos sentimentos que brotam do coração.

Pr. Jesus Aparecido dos Santos Silva - Igreja Batista Central de Anápolis/GO

Motivos de oração:

Por um coração que reflete coisas boas;
Pelo fortalecimento da evangelização;
Pelo Projeto Rota João 3:16